sábado, 10 de março de 2012

Doenças ocupacionais em TI - Saúde emocional










Informática A2007

Claudio Luiz da Silva
Patricia Barbosa Antunes
Tiago Morais




SEGURANÇA E SAÚDE
NO TRABALHO

Depressão e o Trabalho – Relação - Estudo




Estudo realizado por pesquisadores do King´s College London, no Reino
Unido, confirmou que o estresse no trabalho pode causar depressão,
inclusive em pessoas que não têm nenhum histórico de problemas psiquiátricos.
A pesquisa constatou ainda que 45% dos novos casos de depressão e ansiedade
entre os profissionais mais jovens são causados pelo estresse e que
a ocorrência da doença independe da personalidade do indivíduo ou
de sua posição socioeconômica. Além da pressão, outros fatores
colaboram para o surgimento de problemas psicológicos. Não reagir
a eventuais abusos, não conseguir expor seu ponto de vista, não estabelecer
limites, não falar o que sente, alta expectativa, falta de reconhecimento,
frustrações constantes são exemplos de situações que complicam,
aos poucos, a situação emocional do funcionário.

Em contrapartida, o trabalho também pode ajudar na recuperação da
depressão, segundo resultados de uma pesquisa publicada na edição
de junho da revista acadêmica Occupational Medicine. O estudo acompanhou,
por um ano, 555 pessoas que haviam ficado fora do trabalho por um período
entre 12 e 20 semanas por causa de depressão. Os participantes responderam
a um questionário inicial e depois participaram de entrevistas. A pesquisa
concluiu que os que haviam voltado ao trabalho afirmavam ter tido menos
sintomas de depressão. Para os pesquisadores, a explicação pode estar
no fato de que o retorno ao trabalho ajuda no restabelecimento da auto-estima
e fornece ao paciente uma rotina e uma estrutura com as quais pode refazer
sua vida.

O estudo sugere ainda que empregadores devem ser flexíveis no que diz
respeito às


necessidades desses
trabalhadores.


Os pesquisadores
avaliaram quais medidas adotadas pelos empregadores tiveram um impacto
na recuperação dos funcionários e descobriram que mudar parte das
tarefas desempenhadas pelo trabalhador pode gerar um efeito benéfico,
contribuindo para a recuperação.








Crédito e Fonte: ANAMT-Associação Nacional de Medicina do Trabalho,
Informativo 10/2008


Fonte: http://www.via6.com/topico.php?tid=203585




"À flor da
pele"


Publicado: 03 de dezembro de 2001


TI Master


À
flor da pele


Com a pressão do mercado de TI,
os profissionais de tecnologia conquistaram um lugar entre os que mais
sofrem de estresse ocupacional. É importante ficar de olho na sua saúde
para evitar uma pane geral do seu sistema operacional.


Por Catalina Arica


“Tenho que saber mais sobre essa
nova linguagem”, “o prazo de entrega deste projeto está se aproximando
e não vou conseguir terminá-lo”, “preciso bater a meta de vendas
e o mês está chegando ao fim”. Notou alguma semelhança com o seu
dia-a-dia, caro leitor?


Não é à toa que os profissionais
de TI figuram entre os dez mais estressados, segundo uma pesquisa divulgada
este ano pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas.
O estudo foi realizado pela pesquisadora da Universidade, Marilda Lipp,
que também é coordenadora do Centro Psicológico de Controle do Estresse,
uma clínica para tratar os males do estresse.


- Por ser uma área relativamente nova,
se comparada a profissões como Engenharia ou Medicina, por exemplo,
até pouco tempo atrás eram poucos os profissionais que procuravam
a clínica. Hoje percebemos que esse número cresceu muito – constata
Marilda Lipp.


Tecnostress


Marilda Lipp diz que não há apenas
um culpado pelo estresse de profissionais de TI. Segundo ela, o estresse
na área de tecnologia é causado por um conjunto de fatores, como necessidade
de permanente atualização, pressão para o cumprimento de prazos e
metas e medo do desemprego.



Além disso, o profissional de TI tem
que enfrentar o chamado tecnostress, que Marilda Lipp define como um
acúmulo de informações sobre novas tecnologias.


- Como grande parte das vezes eles
lidam com tecnologias recentes, o fato de ter que armazenar novas informações
quase que diariamente é algo que pesa muito – analisa a pesquisadora.


Para o diretor de Estratégia da E-Consulting,
Daniel Domeneghetti, o grande vilão da área de TI é uma rotina de
trabalho que exige muita concentração e lógica e oferece pouco espaço
para erros. Na opinião de Domeneghetti, a rapidez da atualização
tecnológica não causa estresse no profissional de TI. Pelo contrário.


- Qualquer profissional que não acompanhe
a evolução da tecnologia corre o risco de se sentir mal ao perceber
que só ele não se atualizou. Acho que o que pode causar estresse é
a pressão pelo cumprimento de metas estabelecidas em um bussiness plan,
por exemplo – acredita o diretor da E-Consulting, empresa que presta
consultoria nas áreas de e-bussiness, e-commerce, SCM, ERP e CRM.


Gerenciamento do estresse


A gerente de RH da Modulo Security
Systems, Renata Dourado, enxerga a questão do estresse por um outro
ângulo. Para ela, a área de TI é repleta de situações de pressão
e algumas pessoas sabem lidar com elas. Outras não.


- A estafa emocional é comum, mas
não acho que possamos rotular o pessoal de TI em geral como estressado.
Existem pessoas que reagem bem à pressão e outras que nem tanto. Hoje
em dia, por exemplo, com as mudanças quase semanais nas linguagens,
nas tecnologias, a Módulo prefere um profissional que aprende a um
profissional que "sabe" – observa.



Para o diretor de RH da Lucent, Fernando
Marques, o x da questão é conseguir transformar a pressão em estímulo
para o desenvolvimento do profissional.


- No começo o estresse é até estimulante.
Para algumas pessoas saber que têm que cumprir uma meta gera uma expectativa
com a qual elas sabem lidar, para outras não. O problema é quando
isso se mantém por um período prolongado. E aí a situação já é
excessiva até para quem sabe trabalhar sob pressão – opina Marques.


Os mais estressados


Marilda Lipp diz que os profissionais
de nível gerencial são os mais estressados da área de TI. De acordo
com a pesquisadora, eles sofrem um esgotamento emocional porque recebem
pressões dos superiores e, ao mesmo tempo, têm que gerenciar as necessidades
e expectativas de suas equipes.


- Essas pessoas precisam lidar com
as ordens, às vezes impensáveis, dos superiores ao mesmo tempo em
que pressionam os técnicos a cumprir as tarefas em prazos que eles
sabem que são absurdos. Assim, são "atacados" por duas vias:
pela cobrança dos chefes e pelo conhecimento de que a tarefa é impossível
- revela a pesquisadora.


A diretora comercial da Inttegra, empresa
fornecedora de soluções empresarias para telecomunicações e informática,
Andréa Lima, afirma que o estresse não atinge apenas executivos. Os
técnicos também sofrem – e muito – os efeitos da pressão no dia-a-dia
de trabalho. O principal fator é a cobrança pela qualidade do serviço
ou produto por parte de usuários.


- Acho que uma das áreas que mais
sofre com a cobrança, com a pressão, é a técnica. A área técnica
se sente acuada pelos usuários, principalmente – analisa Andréa
Lima.



A responsável pela área de Recursos
Humanos da Itec, que distribui servidores IBM no Brasil, Vanda Milani,
acredita que os mais estressados da área de TI são os profissionais
quem mantêm contato direto com clientes, seja desenvolvendo projetos
ou vendendo produtos.


E ela sustenta que as situações mais
estressantes são causadas por falhas de comunicação, principalmente
quando o cliente não consegue expressar o que realmente espera do produto
ou do projeto que está comprando.


- Com esses problemas de comunicação,
muitas vezes o cliente não aprova o projeto. E mesmo que o profissional
seja excelente, ver que o cliente não aprovou o projeto apresentado
é um baque grande – justifica a responsável pela área de RH da
Itec.


Com a palavra, eles


E como os profissionais de TI vêem
a questão do estresse? O diretor de Operações da Trails Sistemas,
que realiza o planejamento e a análise de negócios, Ricardo Godim,
não se surpreende com os resultados da pesquisa de Marilda Lipp. Ele
sente na pele a rotina de trabalho da área de TI, mas acha que é possível
controlar a carga de estresse no dia-a-dia profissional.


- Se o profissional de TI é organizado
e trabalha em um ambiente onde a equipe tenta manter o trabalho em níveis
aceitáveis, a questão do estresse não é muito crítica. O problema
é que não encontramos isso no mercado. As empresas não investem na
área de TI e exigem de seus profissionais a resolução dos problemas
o mais rápido possível sem custos para a empresa - reclama Gondim.


Bugs


O MCSE 2000 Sílvio Reis concorda com
o diretor de Operações da Trails Sistemas. Depois de sete anos trabalhando
na área de Tecnologia da Informação, Reis se considera um profissional
estressado. As situações que levam o MCSE à loucura são aquelas
causadas por fatores que fogem do seu controle.


- Muitas vezes, o que os fabricantes
amenizam com o termo engraçadinho bugs causa situações constrangedoras
e extremamente estressantes. Os programas travam, os servidores param
de funcionar deixando dezenas de usuários sem poder trabalhar e as
cobranças para que os sistemas voltem a funcionar são de irritar qualquer
um – queixa-se Reis.



Gondim e Reis têm alguns métodos
para lutar contra o estresse. Gondim dá sua receita:


- Ao sair do trabalho eu esqueço completamente
os problemas e procuro aproveitar o pouco tempo que tenho para mim,
com minha família e amigos. É infalível. As pessoas levam os problemas
para casa e acabam gerando mais problemas com a família, amigos e ficam
insatisfeitas por não aproveitarem o tempo que têm para o lazer –
orienta Ricardo Godim.


Sílvio Reis procura praticar exercícios
físicos, se alimentar bem e, principalmente, esquecer as situações
estressantes assim que põe o pé para fora do escritório.


Adeus, estresse


Se você é um estressado de carteirinha,
fique de olho na sua saúde. O desgaste emocional pode causar desde
simples dores de cabeça até uma internação. Para as empresas, o
estresse também é um problema, pois o profissional produz menos do
que poderia. Justamente por isso, algumas empresas mantêm projetos
para ensinar os funcionários a lidar com o estresse. Uma delas é a
Lucent.


- Nós já tentamos criar alguns programas
de controle específico do estresse ocupacional, mas nenhum teve o resultado
ótimo que queríamos. Por isso agora nós decidimos fazer um tratamento
mais individual, quem chega com algum sintoma de estresse no departamento
médico da Lucent recebe acompanhamento personalizado – conta o diretor
de RH da empresa, Fernando Marques.


Na Inttegra, a arma contra situações
de risco iminente de estresse é organizar workshops. A diretora comercial
da empresa, Andréa Lima, conta que eles chegam a ser até quatro por
ano.


- Fazemos um workshop a cada três
meses, pelo menos. É muito importante para nós termos funcionários
em equilíbrio. Um dos primeiros sintomas de quem está estressado,
por exemplo, é a baixa auto-estima. Por isso, em outubro deste ano
fizemos algumas palestras sobre esse tema - relata.


Atividades alternativas



Na E-Consulting, o tratamento anti-estresse
é a oferecer atividades de confraternização, ambiente de trabalho
descontraído e workshops. A Módulo também combate o estresse, mas
a “artilharia” da empresa é mais pesada.


- Em geral nós temos ginástica laboral
e sessões de shiatsu para aliviar as tensões, além, é claro, de
atividades de integração. Cada filial da Módulo alivia sua crise
de uma maneira. No Rio o pessoal sai para jogar bola, em São Paulo,
para andar de kart, em Brasília, eles jogam squash - revela a gerente
de RH da empresa, Renata Dourado.


Dicas


Se a sua empresa não oferece este
tipo de benefício, não se preocupe, caro profissional de TI. O TI
Master descobriu como você pode prevenir e tratar do estresse por sua
própria conta. Confira abaixo.


* Principais sintomas do estresse:



  • Redução na produtividade
    e na qualidade do trabalho;

  • Atrasos ou faltas constantes;


  • Confusão mental e apatia;

  • Dificuldade de concentração;

  • Sensação de cansaço ao
    acordar;

  • Baixa auto-estima e depressão
    e dificuldade com a memória;

  • Irritabilidade acima do
    justificável;

  • Tensão muscular; dores
    de cabeça/estômago ou gastrite;


  • Pressão alta e taquicardia;

  • Herpes, aftas e problemas
    dermatológicos.


* Como lidar com o estresse?



  • Alimente-se bem, com frutas,
    vegetais e sem pressa;

  • Procure relaxar depois que
    sair do ambiente de trabalho;

  • Tente manter sua estabilidade
    emocional;


  • Pratique exercícios físicos;

  • Procure manter uma boa qualidade
    de vida.


* Fonte http://www.estresse.com.br


Fonte: http://www.ec-corp.com.br/midia/2001/dezembro/flor_pele.htm








quinta-feira, 29 de julho de 2010

Departamentos de TI estão migrando serviços de baixo risco para a nuvem

Na hora de armazenar suas aplicações e dados, empresas ainda veem a nova plataforma com cautela.

Os departamentos de TI continuam a proceder com cautela quando se trata de cloud computing, segundo os resultados de uma recente pequisa realizada pela consultoria TPI.

A empresa entrevistou 140 tomadores de decisão de TI sobre suas perspectivas e planos para o cloud computing e descobriu que quase quatro em cada cinco empresas estão estudando soluções nesta plataforma. E três em cada cinco companhias pretendem realmente implementá-las.

"As organizações que estão migrando alguns serviços de TI para a nuvem estão fazendo isso com projetos-piloto ou serviços de baixo risco", declarou Kevin Smilie, chefe da unidade de negócios baseados em cloud computing da TPI. "Elas não estão convencidas de que os serviços de nuvem estão prontos para atender as exigências das operações mais nobres de seus núcleos. Primeiramente, eles estão testando setores não-críticos de sua infra-estrutura, para poder dominar o serviços de cloud e sua própria gestão sobre eles, limitando seus riscos operacionais".

Embora quase metade dos pesquisados considere virtualizar servidores e desktops, serviços de armazenamento baseados em nuvem e hospedagem de e-mails e aplicativos de mensagens, eles estão sendo mais cautelosos sobre o movimento de sistemas core business nesta plataforrma: apenas 10% estavam contemplando a nuvem de ERP; e apenas 7% estavam discutindo implementar aplicações verticais da indústria baseadas na nuvem, como softwares médicos de faturamento e sistema de reservas das companhias aéreas, de acordo com o TPI.

"Esses serviços são demasiadamente importantes para os clientes para que o mercado insira-os tão cedo no cloud computing", disse Smilie.

As principais preocupações das empresas com a nuvem

A pesquisa da TPI considerou que os compradores de TI tiveram cinco preocupações a respeito do cloud computing:

- 79% preocupam-se com a segurança dos dados, achando-a inadequada;

- 50% preocupam-se com os requisitos de regulamentação;

- 50% preocupam-se com a continuidade dos negócios ou questões de recuperação em caso de crash;

- 49% preocupam-se com a integração dos sistemas.

Já o punhado de pioneiros que utilizou as ofertas de cloud computing no ERP, implementando até mesmo aplicações verticais na nuvem tem feito isso por uma razão, segundo Smilie: redução de custos. "As empresas têm gasto enormes quantidades de capital e fundos operacionais na implantação e manutenção desses sistemas ao longo dos anos. Dada a escolha, eles não querem continuar com esse comportamento.

Smilie comenta que a maioria dos clientes optará por serviços de nuvem privada para aplicativos de missão crítica, para atenuar os riscos, enquanto elas deslocarão seus investimentos em software de capital para despesas operacionais. "Os clientes querem serviços em nuvem que atendam suas necessidades de negócios a custos mais baixos, com os níveis de serviço de classe empresarial e de segurança. E, geralmente, eles não estão no espaço de nuvens públicas", afirmou Smilie.

"Os prestadores de serviços de TI estão respondendo com ofertas de cloud privado destinadas a atender às demandas de segurança dos compradores de Tecnologia", declarou Smilie. "O conceito de cloud público iniciado para o consumidor trabalha com a proposta de que todos aceitam o mesmo nível de serviço e segurança. Essa opção simplesmente não existe para as grandes empresas".
(Stephanie Overby)

fonte: IDGNOW Tecnologia em primeiro lugar

segunda-feira, 29 de março de 2010

Estas bactérias são controladas por humanos para construir pirâmide em escala nano

Esqueça os nanorrobôs. Quem quer saber deles? Afinal, aparentemente nós podemos controlar bactérias vivas diretamente, para que elas façam nossa vontade. Fiquei de cara.



O feito foi realizado — e extensivamente documentado no vídeo acima — por pesquisadores do Laboratório de Nanorrobótica da École Polytechnique de Montréal. As bactérias em questão são conhecidas como bactérias magnetotáticas, que têm bússolas internas que respondem à força do campo magnético. A equipe de pesquisadores usou um campo magnético para reunir as bactérias em massa e manipular seus movimentos para realizar tarefas simples.




Construir uma pirâmide é um exercício divertido, mas as aplicações práticas no futuro podem acabr envolvendo nanorrobôs. Os cientistas já conduziram um grupo de bactérias na corrente sanguínea de um rato; no futuro, eles vão usar a mesma técnica para criar um sistema de propulsão bacterial para nanorrobôs maiores.


Fonte Gizmodo

quinta-feira, 4 de março de 2010

Skype chega em smartphones da Nokia

A Nokia e a Skype lançaram na
Ovi Store o Skype for Symbian, app gratuito que permite a smartphones da
Nokia com Symbian^1 realizarem ligações através de Wi-Fi ou conexão de
dados, tanto 3G como 2G.


O Skype for Symbian oferece, entre outros, ligações gratuitas por
VoIP de Skype para Skype, mensagens instantâneas e
compartilhamento de arquivos. Ele funciona nos
seguintes modelos da Nokia: E71, N96, N85, 5320, 6210 Navigator, 6220
classic, N78, N79, E63, E66, N82, E51, N95, N95 8GB, N81, N81 8GB, E90,
E72, 5800 XpressMusic, N97, N97 mini, X6, e 5530.


Por enquanto ele só funciona em aparelhos da Nokia, mas a Skype
planeja lançar seu app para aparelhos com Symbian de outras fabricantes,
e a Sony Ericsson é a próxima da fila. O Skype for Symbian já está disponível na
Ovi Store.


Com informações de Gizmodo



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Misturando o analógico com o digital

Muito legal este projeto e um grupo de pesquisadores da Microsoft e Universidade de Stanford, que criaram uma mesa que mistura a funcionalidade digital com objetos analógicos:

Mais detalhes no papper do projeto, e na matéria da New Scientist.


Fonte: New Scientist